domingo, 18 de fevereiro de 2018

Disney divulga teaser de Descendentes 3

Publicado em Duas Torres no dia 18/02/2018


Disney divulgou, nesse último sábado(17) , através do Instagram oficial de Descendentes um novo teaser confirmando a produção do 3º filme da franquia, com data de estréia para 2019.
No trailer, podemos ver Mal (Dove Cameron) caminhando até uma energia que fala seu nome. Energia que ela chama de “pai”. Será que finalmente descobriremos quem é o pai da personagem? O elenco e a produção originais foram confirmados, porém pouco se sabe sobre a história central do novo longa. Confira o teaser abaixo:




quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Rock in Rio através do anos

*Reportagem feita para publicação interna da Anhembi Morumbi/ 2017



Considerado um dos eventos de rock mais famosos de todos os tempos, o Festival de Woodstock aconteceu entre os dias 15 e 18 de agosto de 1969, no interior de Nova Iorque.
A ideia surgiu da mente de dois jovens formandos da Universidade da Pensilvânia, Joel Rosenman e John Roberts. A princípio, o plano era aumentar o lucro que Roberts recebia através da indústria farmacêutica.
Após um anúncio no jornal, um tanto quanto inusitado, em que diziam “jovens com capital ilimitado procuram por oportunidades legítimas e interessantes de investimento para negócios”, eles foram contatados pelo músico, Artie Kornfeld e pelo empresário artístico, Mike Lang para darem início à construção de um estúdio musical. Para custear tal projeto, sem saírem no prejuízo, criaram o festival.  
Mesmo sendo considerado um fracasso na área empresarial, o festival quebrou barreiras ao trazer um evento para um público inundado pelo clima “Paz e Amor” da época. Tal efeito, era uma forma de mostrar a forma de pensar dos jovens da época, num mundo abalado pela Guerra Fria, onde ainda existiam inimizades por todos os locais.  
E foi assim que surgiu o Rock In Rio, com bases nesse lendário festival, que serve como inspiração a outros eventos musicais. Durante anos, Roberto Medina cultivou a ideia de criar no Brasil algo tão grande quanto o Festival de Woodstock , recebendo diversos “nãos” de empresários e investidores, que não acreditavam no potencial de tal ideia, num país que ainda estava em Ditadura Militar. 
Quando finalmente obteve o sim, o publicitário conseguiu fechar contrato com grandes nomes do rock internacional e nacional. Desde então, Medina já sabia que esse gênero iria ser a alma de seu festival. Ele selaria de vez o fim da ditadura que o país viveu e traria novas esperanças a todo seu povo.

PRIMEIRO ROCK IN RIO
De 11 a 20 de janeiro de 1985, o festival localizado na cidade carioca, contou com mais de 1 milhão de espectadores.
Diferentemente da programação conhecida atualmente, foram dez dias seguidos de shows com grandes nomes da música como Iron Maiden, AC/DC,  Paralamas do Sucesso e Gilberto Gil . Ao todo, foram 15 apresentações nacionais e 16 internacionais.
Jovens do Brasil inteiro se deslocaram para experimentar o festival, como Gilmar Mendes, de 48, que fugiu de casa sem seus pais saberem para poder chegar ao Rio de Janeiro e curtir, de perto, suas bandas favoritas.
“Eu sai de casa bem cedo com meus amigos, sem meus pais saberem e apenas liguei quando cheguei lá pra avisar quando voltaria pra casa. Foi uma das melhores experiências da minha vida!” Com apenas de 16 anos, ele se juntou ao seus amigos dentro de uma van para poderem curtir o momento que marcaria suas vidas para sempre.

ROCK IN RIO INTERNACIONAL
Em 2001, Roberto Medina começou a pensar no processo de internacionalização do festival, ao lado do empresário Felipe Resnikoff, que queria desembarcar em Portugal. Essa seria a escolha perfeita para a primeira aterrissagem em terras internacionais, pelo fato de ser um país também com a língua portuguesa. Porém tal processo só foi concretizado em 2004, depois de mais duas edições brasileiras.
O Rock in Rio se tornou uma marca respeitada, e trouxe grandes nomes da música internacional para sua estadia em Lisboa. E se fixou na cidade para mais três edições: 2006, 2008 e 2010.
 De lá, o festival também se estendeu para as cidades de Madrid (Espanha) e Las Vegas (Estados Unidos). Sempre levando consigo, a força de seu nome e dos artistas que faziam parte de sua escala.
POLÊMICAS
Não é só de flores que vive o mundo, e com o Rock in Rio não é diferente. Devido à diferença de estilos entre as bandas internacionais e nacionais da primeira edição, grande foi o número de vaias que artistas brasileiros escutaram em seus shows. Muitos perderam a paciência, mostraram o dedo do meio para a plateia e gritaram palavrões de volta.
Os nudes do festival ficaram por conta da cantora, Cássia Eller, que na edição de 2001 levantou sua blusa, levando o público ao delírio. A cantora faleceu por ataque cardíaco naquele mesmo ano, mas ganhou um show de tributo no Rock in  Rio de 2015, que contou não apenas com seus sucessos musicais, mais diversos artistas também levantando suas camisas.
Outra situação inusitada de nudes foi a do baixista do Queens of Stone Age, Nick Oliveri, também na edição de 2001, que resolveu tocar do jeito que veio ao mundo.  Essa atitude do músico chamou a atenção do Juiz da 1ª Vara da Infância e Juventude, Siro Darlan, que do local onde estava mandou que prendessem Oliveri por tal ato. Ele pediu desculpas ao público e  levou o “prêmio de melhor figurino do Rock In Rio 3, segundo o caderno de cultura “Ilustrada”, da Folha.

DIFERENÇA DE GÊNEROS
Uma discussão que está presente desde a primeira edição do RiR é a diversidade musical presente no festival, que divide a opinião de seu público.
A cada nova line up apresentada, existem diversos debates se o evento deveria ser apenas focado no gênero de rock, como o próprio nome já diz, ou seguir a linha atual, dividindo os dias entre os mais variados gostos musicais, atraindo ainda mais público.

NOVA CASA
No ano de 2017, o Rock in Rio passou a ter um novo endereço: o Parque Olímpico do Rio de Janeiro, que foi construído para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016.
E mesmo com uma estrutura tão grande, o local ainda precisa passar por diversas mudanças para continuar agradando o público, como aponta youtuber Victória Goulart, 18, “acho que poderia ter mais bebedouros espalhados pelo festival, tinha que andar muito até achar algum.”
A carioca, que já havia participado da edição de 2015, elogia os novos espaços criados pelos idealizadores “Acho que esse ano foi muito mais diversificado. O palco digital e a Game XP, por exemplo, trazem uma galera diferente que, com certeza, vem só pra somar!”
As luzes se apagam, o coro de vozes e gritos esperando pelos artistas variados viram a nova música da noite. Pés pulando na grama da Cidade do Rock, fogos de artifício e muita animação. Esse foi um pouco do clima que a paulista e auxiliar operacional, Mônica Chacon, 24, desfrutou em sua estada no local, ao som de Red Hot Chilli Peppers. “A sensação é incrível de estar lá, da experiência de curtir shows de bandas que cresci ouvindo”, conta.
Dentre todas as falhas e acertos, a chama do Rock in Rio continua acesa dentro de todos aqueles que já participaram de alguma edição ou que ainda sonham em poder ver de perto esse grande festival.


quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Rock In Rio 2017 – Novos artistas confirmados

Publicado em 09 de Fevereiro de 2017 
Em: http://duastorres.com.br/2017/02/rock-in-rio-2017-novos-artistas-confirmados/

Rock In Rio 2017 acontece entre os dias 15 a 24 de Setembro. Enquanto os ingressos ainda não começam a ser vendidos, o evento continua divulgando artistas que participarão do line up do festival.
Nessa semana mais quatro foram confirmados: Lady Gaga, 5 Seconds Of Summer e Ivete Sangalo foram confirmados para o dia 15 de Setembro, e a cantora Fergie, para o dia 16 de Setembro.
Também marcarão sua presença no festival: Maroon 5 (16/09), Aerosmith (21/09), Bon Jovi (22/09), Red Hot Chilli Peppers (24/09) e Billy Idol (21/09)
Rock In Rio é um evento mundial, que ocorre não apenas no Rio de Janeiro, como em Lisboa (Portugal), Madrid (Espanha) e Las Vegas (Estados Unidos).
A finalidade é poder agradar o maior número possível de pessoas, e mostrar que estilos diferentes podem sim estar num mesmo local. Infelizmente, muitos não se agradam com a ideia e acabam apelando para criticar bandas e artistas que estão vindo para se apresentar.O respeito deve prevalecer nessas horas, assim todos poderão curtir o festival da melhor forma possível.
Muitos artistas ainda estão para serem confirmados e até a data da venda dos ingressos, os line ups já vão estar completos (ou quase). Os ingressos começam a ser vendidos a partir do dia 06 de Abril. Anote na sua agenda e não perca!

Sing: Quem Canta, Seus Males Espanta – Crítica

Publicado em 27 de Janeiro de 2017
Em: http://duastorres.com.br/2017/01/sing-critica/

O cinema está recheado de filmes com músicas pra lá de divertidas e histórias emocionantes. Esse é o caso da animação Sing: Quem Canta, Seus Males Espanta.
Quando Buster Moon percebe que seu teatro está prestes a ser tomado pelo banco, ele toma uma decisão: abrir um show de talentos para todos os cantores da cidade, onde o vencedor poderá concorrer à um grande prêmio. Porém, o que pode ser uma coisa incrível para todos os animais, se torna um pesadelo quando sua secretária acrescenta alguns zeros no valor total do prêmio.
A animação nos leva dentro da vida de cada um dos personagens principais, mostrando suas tarefas diárias e o porque cada um deles merece o grande prêmio. Cada um com sua própria característica, que pode levar à uma conexão com o público. Seja uma mãe que toma conta de tudo dentro de casa, a garota tímida ou o cara que faz o que os pais mandam. Você acaba criando um elo com pelo menos um deles.
Ele conta com músicas famosas, que vão desde I’m Still Standing de Elton John (cantado por Taron Egerton) à Shake It Off de Taylor Swift (cantado por Reese Witherspoon e Nick Offerman).
Produzido pela  Illumination Entertainment (produtora de Meu Malvado Favorito), o filme conta com grandes nomes do cinema internacional como dubladores como Matthew McConaughey , Scarlett Johansson e Taron Egerton. Já no Brasil, dubladores como Marcelo Garcia, Mariana  Ximenes, Fiuk e Sandy dão voz aos animais.
Não há como não dizer que talvez tenha vivido alguma situação parecida com um dos personagens, e isso tornou o filme ainda mais gratificante ao vê-lo. Mesmo que você não cante, sempre teve algum sonho. E talvez alguém tenha dito que nunca iria realizá-lo, ou que talvez não tivesse o talento suficiente para isso. Mas uma coisa que você entende ao sair da sessão é que não podemos deixar nossos sonhos morrerem, que devemos ir atrás deles, mesmo que todos digam que você está muito velho para isso.
Uma comédia musical que te faz sorrir e até mesmo se imaginar naquela mesma situação de alguns animais, Sing: Quem Canta, Seus Males Espanta, está em cartaz nos cinemas.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Eu Fico Loko – Primeiras impressões

Publicado em 03/01/17 
Site: http://duastorres.com.br/2017/01/eu-fico-loko-primeiras-impressoes/

Existe sempre aquele livro ou filme que a gente fica se perguntando o por que dele ter sido feito. Uma biografia de uma pessoa de 20 anos? Que absurdo. E é esse o conceito que o filme “Eu Fico Loko” muda totalmente. 
Como já devem pensar, ele conta a história de Christian Figueiredo (vivido pelo ator Filipe Bragança), um garoto de 15 anos, que como muitos adolescentes, procura se encaixar no que a sociedade diz ser o certo para alguém de sua idade, o estresse do primeiro beijo, da primeira vez…Tá dando certa nostalgia aí?
Chris, ao longo do filme, desenvolve um amor platônico por Alice (Isabella Moreira) que custa em deixar o amigo na famosa “friendzone”. Mas, mesmo assim, ele continua ali, do seu jeito tímido e também destrambelhado, tentando conquistar o coração daquela que ele pensa ser o amor de sua vida.
Entre idas e vindas e muitas referências de filmes clássicos da sessão da tarde, o filme foi capaz de tirar altas risadas do público, não deixando de perder o ritmo.
E é claro, não poderia deixar de mencionar a plataforma que lhe deu esse grande sucesso. Na época em que tinha 15 anos ele já postava vídeos, porém ao invés de conversar com seu público, Christian costumava gravar paródias de filmes antigos e dos quais gostava muito. E no meio de todas as suas trapalhadas de adolescência (as quais todas tivemos), ele acha um jeito de poder ter seu lugar.
E como um de seus vídeos, Christian aparece comentado os fatos que estavam acontecendo, as muitas coisas que ele pensava que poderia ter dito mas não disse. E ele consegue lhe levar de um simples vídeo de 5 minutos, para um longa de uma hora e meia de duração, mostrando sua vida antes e depois da fama. O quanto aprendeu, e o quanto esta levando para sua vida até hoje.
Viver um dos youtubers mais famosos do Brasil nos seus 15 anos de idade não deve ser moleza. E esse foi o desafio do ator Filipe Bragança, que vive Christian. Além de assistir à todos os vídeos do youtuber, ele ainda passou por trabalhos vocais (pois sua voz deveria estar um pouco mais fina para o papel), treinamento físico e perdeu 4kg para poder viver o personagem. E todo eu esforço valeu a  pena, pois a semelhança dos dois é incrível.
O diretor do longa, Bruno Garotti, comparou a história de Christian Figueiredo com a de Peter Parker, o famoso homem aranha, por ambos darem a volta por cima e descobrirem os seus poderes e se tornam um fenômeno. “Porque de repente, aquele garoto tímido e inseguro, que não conseguia conversar com uma garota  e que era o excluído da escola, o típico loser, ele tem milhões de seguidores. A grande virada dele é o Youtube. No caso dele, foi um super poder.
Uma outra grande estrela do filme é a vó de Christian, vivida pela atriz Suely Franco. Seu jeito de não dar a mínima para as pessoas, falar o que pensa e tentar mostrar ao seu neto que ele deveria sim ir atrás e não ficar com medo de fazer algo por timidez ou insegurança. Ela foi uma das pessoas que mais o inspiraram a ser quem é hoje.
Tanto ela, quanto outras mulheres retratadas no filme que, pelo bem ou pelo mal, o ajudaram a amadurecer e ver que nem todos eram bons, mas que ele deveria sim ver a vida com leveza. E ser cara de pau de vez em quando.
A mensagem do longa fica clara desde o início: seja você mesmo, não mude ou faça algo para agradar os outros. Faça escolhas das quais não irá se arrepender, seja ficar em casa vendo um filme, ou ir naquela balada que todos estão falando. Mas que isso seja porque você quer, e não uma pressão para ser aceito na sociedade.
O filme, baseado no livro de mesmo nome, estará em cartaz nos cinemas no dia 12 de Janeiro de 2017. Você não vai querer perder!

Desventuras em Série (1ª Temporada) – Crítica

Publicado em 16/01/17 
Site: http://duastorres.com.br/2017/01/critica-desventuras-em-serie/

Desventuras em Série chegou na Netflix no final da última semana e já está dando o que falar. A série é baseada nos livros de Lemony Snicket (com o primeiro lançado em 1991), que já contou com uma adaptação para o cinema, feita 2004.
Após a morte de seus pais num misterioso incêndio, os irmãos Violet, Klaus e Sunny Baudelaire passam a morar com diferentes tutores. Porém atrás deles está Conde Olaf, um homem que tem o intuito de roubar sua fortuna custe o que custar. Porém não é só de inimigos que a história é feita, e os irmãos irão poder contar com pessoas que apenas querem o seu bem, mas que talvez não sirvam tanto para esse trabalho.
Entre uma casa e outra, os irmãos irão descobrir que seus pais guardavam um segredo tão perigoso que pode ter provocado sua própria morte e irão ter que descobrir por si mesmos o que era de tão valioso que guardavam.
Quem assistiu ao filme já lançado já conhece grande parte das desventuras das crianças, o que pode tornar certas coisas da série um tanto cansativas. Mas não pare no meio do caminho, pois diferente do filme, ela traz coisas novas ao enredo e mistérios que não conhecíamos antes.
Com um ar um tanto quanto macabro, a série traz Snicket como narrador da história. E se você é o tipo que reclama quando recebe spoiler, é melhor se preparar. O próprio narrador nos conta o que irá acontecer antes de vermos. Então há uma grande possibilidade de você saber de uma morte de um personagem com apenas 5 minutos de episódio.
A estética da história pode desconcertar um pouco quem está acostumado com muitos efeitos especiais, mas combina com a história também estranha. Um exemplo são o exterior de cidades, que parecem mais ter saído de um livro de dobraduras. Mas é isso que torna a série ainda mais única. A produção deixa os efeitos especiais para criar ainda mais a personagem Sunny Baudelaire, interpretada pela pequenina Presley Smith. Uma das suas principais características são dentes fortes que mordem qualquer coisa que seja dura o bastante, e para dar um ar mais real, isso ficou por parte dos efeitos especiais.
É difícil não compararmos ambas as adaptações para TV e cinema, até mesmo porque os atores de ambas são incrivelmente parecidos. Uma das maiores reclamações foram do Conde Olaf ser interpretado pelo Neil Patrick Harris, mais conhecido como o Barney de How I Met Your Mother. Porém o ator veio mostrar que pode sim fazer diversos personagens, dando uma característica nova ao Conde. Mas não tem como pensar que é mais uma de suas histórias do Playbook, ainda mais com Cobie Smulders (Robin de How I Met Your Mother) também participando da série.
Mas brincadeiras e comparações à parte, a série não nos deixa desgrudar do sofá, querendo sempre saber o que irá acontecer de ruim novamente com os órfãos, e esperando, lá no fundo, que eles tenham, enfim, um final feliz.
Desventuras em Série já está disponível na Netflix.
E uma dica, não preste atenção no que lhe dizem no inicio da série.
Faça o que fizer, NÃO desligue sua TV.

La La Land: Cantando Estações – Crítica

Publicado dia 19/01/17 
Site: http://duastorres.com.br/2017/01/critica-la-la-land-cantando-estacoes/

Com 7 estatuetas do Globo de Ouro (recorde na história da premiação), La La Land:  Cantando Estações, chegou aos cinemas conquistando o coração de muitos.
Os destinos de uma atriz e um músico se cruzam diversas vezes nesse musical que muitas vezes te faz voar pelas nuvens. Mia (Emma Stone), é uma aspirante à atriz que tenta a carreira na bela Los Angeles. O destino lhe prega uma peça ao lhe fazer trombar com Sebastian (Ryan Gosling), um pianista de Jazz que tem como um grande sonho dirigir seu próprio clube.
Ao embalo de músicas pra lá de dançantes, os dois vivem uma linda e emocionante história de amor, onde um irá impulsionar o outro para correr atrás de seu sonho.
É fato que o cinema carecia de filmes assim, que te fazem suspirar e ao mesmo tempo querer viver algo do tipo. La La Land não é apenas um musical, mas ele mistura a fantasia em suas danças (acredite, pessoas dançando em cima de carros não será a cereja do bolo nessa trama).
Dirigido por Damien Chazelle (também conhecido por dirigir Whiplash) e cheio de cores vibrantes, o filme começa com uma abertura muito bem coreografada, mas vai acalmando conforme o longa prossegue.
A queridinha Emma Stone conquistou a todos mais uma vez com sua performance, conquistando um Globo de Ouro de Melhor Atriz de Comédia ou  Musical e uma indicação ao Oscar 2017.
Já Ryan Gosling nos surpreende ao cantar e dançar durante o longa. O ator de “Dois Caras  Legais” mostra que pode interpretar qualquer papel no cinema, tendo também sido indicado ao Oscar 2017.
Como de praxe, o cinema brasileiro tende a acrescentar um subtítulo ao filme, e com La La Land não foi diferente. “Cantando Estações” nos remete literalmente as estações do ano, que são mostradas durante o filme, datando a época de cada acontecimento. Diferente de muitos outros, esse subtítulo fez sentido ao enredo.
É claro que nem tudo são flores, e a aprovação do público com o filme está dividida. Enquanto para uns é o filme do ano, para outros faltou algo a mais. Seja pela forma de gravar ou pela escolha de elenco. O tom do filme começa a se tornar lento e pode acabar perdendo a atenção do público, assim como a demora para alguns acontecimento virarem realidade.
Mesmo o final não ser o que muitos esperam, mas nos traz a verdade de que a nossa vida deve seguir e as pessoas que passaram por ela nos ensinaram a ser quem somos hoje.
Gostando de musical ou não, La La Land: Cantando Estações é um filme extremamente recomendado à todos que adoram uma boa música e uma linda história de vida.